Há algum tempo eu decidi não emitir ostensivamente minha opinião sobre música, cinema e algumas outras coisas que envolvem gosto pessoal, pois é muito chato ter que se explicar.
O senso crítico ou a mera reflexão a cerca da qualidade e competência destes produtos culturais soa como inadequado ou como prepotência de quem se acha melhor que os outros. Ou, na linguagem usual, chata mesmo!
Sim eu assisto a comédias românticas, amo Julia Roberts e Johnny Depp e de vez em quando me cai um Best seller em mãos, mas o “x” da questão é: o problema não é ser popular, é ser previsível.
Sem querer ser frankfurtiana demais, mas buscando um meio termo, eu não suporto qualquer coisa onde não haja espaço para a conexão lógica, para o alento intelectual, para o esforço cerebral.
Sou contra a estagnação e falta de criatividade. Para mim, divertir significa compactuar, estar de acordo e eu não posso fazê-lo diante do Djavu que copia a inteligência popular da Banda Caplipso, nem diante do Pânico na TV que precisa humilhar para fazer humor, frente aos inumeráveis besteróis do cinema, da banda que ontem tocava pagode e hoje faz sertanejo universitário (o que é isso?!), também não danço o Funk da Piriguete por que eu nunca fui uma, dos filmes brasileiros sem personalidade que querem imitar os hollywoodianos e por aí vai.
Creio profundamente que enquanto todo mundo fica paradinho consumindo o previsível e confortável, criado milimétricamente para ser uma torrente sensorial vazia, ficamos insensíveis para o novo, compactuamos com valores incoerentes aos nossos e fazemos muita gente enriquecer a custa da nossa inércia mental.
Então, eu vou continuar sim a falar mal de muita coisa, de muitos filmes, da postura de muitas mulheres no cinema e na TV e de toda a produção de música sertaneja que toma conta dos bares da Goiânia Rock City (ai que saudade!) e incoerentemente, consumir muitas outras coisas por que eu sei que tenho essa possibilidade de escolha.
Pensamentos de uma publicitária e uma jornalista sobre dilemas femininos, crônicas, experiências e o que mais vier à cabeça
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
*** (em busca de um título...perfeito?!)
Ela escolheu ser perfeita. Percebeu cedo que a maioria das pessoas julga baseado naquilo que os demais alcançaram ou conquistaram e concluiu facilmente que demonstrar suas fraquezas e limitações poderia ser muito perigoso e humilhante.
Perigoso por que a vida é uma guerra, e neste caso, demonstrar suas fraquezas seria dar motivos para ser massacrado pelo inimigo.
Humilhante, pois ao assumir para si mesma que erra, destruiria o pedestal em que se colocou e a assentaria no mesmo patamar das demais criaturas. O orgulho, massacrado, não suportaria por muito tempo e morreria sufocado.
Assim, não querendo perder seu espaço no mundo ou desapontar o orgulho que pulsa em suas veias, seguiu trabalhando minuciosamente para alcançar resultados perfeitos no dia a dia. Mas, no fundo o que ela queria era desesperadamente ser amada e aceita.
Vestiu-se de virtudes que não possuía para encobrir deformidades tão humanas como de qualquer outra criatura, limitações psicológicas, emocionais e espirituais próprias dessa nossa natureza imperfeita.
Com as próteses de virtudes, veio a doença: o perfeccionismo. Esse teimosismo em ser Deus somado à prepotência de quem acha que pode controlar todas as variáveis de sua vida.
Desta forma, propondo-se objetivos irrealizáveis amparados numa autocrítica constante, veio um sentimento de que nunca era boa o bastante e o pavor da desaprovação. Daí para achar que o controle de si mesma era sinônimo de disciplina e força, foi um pulo!
Deixou de ser complacente consigo mesma, estabeleceu critérios para medir sua eficácia, menosprezou a capacidade das pessoas ao seu redor, tolheu familiares e amigos, embarcou na agressividade e depressão diante das frustrações óbvias que enfrenta que não consegue ter uma visão realista de si.
Viu-se só. E no silêncio que desde então se encontrava, percebeu que tinha pavor de ser humana.
Perigoso por que a vida é uma guerra, e neste caso, demonstrar suas fraquezas seria dar motivos para ser massacrado pelo inimigo.
Humilhante, pois ao assumir para si mesma que erra, destruiria o pedestal em que se colocou e a assentaria no mesmo patamar das demais criaturas. O orgulho, massacrado, não suportaria por muito tempo e morreria sufocado.
Assim, não querendo perder seu espaço no mundo ou desapontar o orgulho que pulsa em suas veias, seguiu trabalhando minuciosamente para alcançar resultados perfeitos no dia a dia. Mas, no fundo o que ela queria era desesperadamente ser amada e aceita.
Vestiu-se de virtudes que não possuía para encobrir deformidades tão humanas como de qualquer outra criatura, limitações psicológicas, emocionais e espirituais próprias dessa nossa natureza imperfeita.
Com as próteses de virtudes, veio a doença: o perfeccionismo. Esse teimosismo em ser Deus somado à prepotência de quem acha que pode controlar todas as variáveis de sua vida.
Desta forma, propondo-se objetivos irrealizáveis amparados numa autocrítica constante, veio um sentimento de que nunca era boa o bastante e o pavor da desaprovação. Daí para achar que o controle de si mesma era sinônimo de disciplina e força, foi um pulo!
Deixou de ser complacente consigo mesma, estabeleceu critérios para medir sua eficácia, menosprezou a capacidade das pessoas ao seu redor, tolheu familiares e amigos, embarcou na agressividade e depressão diante das frustrações óbvias que enfrenta que não consegue ter uma visão realista de si.
Viu-se só. E no silêncio que desde então se encontrava, percebeu que tinha pavor de ser humana.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Ser magra
Após quilos de chocolate, o assunto é recorrente: dieta já!
Para não perder a oportunidade de rir e criticar os desatinos da magreza, o humor peculiar da cartunista argentina Maitena.
Para melhor leitura, clique na imagem.
Para não perder a oportunidade de rir e criticar os desatinos da magreza, o humor peculiar da cartunista argentina Maitena.
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domingo, 28 de março de 2010
Páscoa no meu coração
Eita felicidade que não avisa quando, nem como vai voltar!
Não é que outro dia ganhei um poema com meu nome? “Coincidentemente”, havia vários dias que me sentia algo abaixo dos protozoários, e saber que fora inspiração para a poetisa me encheu o coração.
Coisa boba, um poeminha, uma trovinha, um simples elogio. Assim despretensioso, mas que abriu a temporada “de bem com a vida”. Como diria o livro, uma canja de galinha para a alma.
Eis que o cardíaco estava reluzente e aberto ao mundo.
Então tive um sonho com uma Bela flor que me fez um dia chorar de saudade. Ela me dizia que estava muito bem. Pequena, porém forte! As lágrimas insistiram em cair, pois jamais se esquece um grande, instantâneo e profundo amor.
Acalentada com esta breve e inusitada visita, prossegui em paz e talvez vendo muito mais cor no meu caminho.
O verão acabou, o outono (minha estação favorita) chegou e com ele toda a frescura de um tempo de frutificação.
Um dia, o vento entra pela janela e deposita no colo da irmã querida uma nova semente para brotar outra vez em seu já fértil e dócil ventre.
Peguei-me chorando outra vez! Mais um amor para chamar de meu?! Outra plantinha para cultivar e fazer virar flor no meu coração?! Sem medo de sofrer, apenas pensei: “Novos aromas para a primavera.”
Eu não sei o que fiz para de repente ser tão feliz assim, vai ver é o Menino Crístico, renascendo em Páscoa no meu coração.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Que Deusa é você?
Ví num blog de uma amiga um link de um teste sobre feminilidade e comportamento. O teste, "Que Deusa você é?" é bem legal, apesar de não ter respaldo científico. Ele aponta pontos da nossa personalidade que só percebemos quando somos postos em supostas situações. O meu teste deu que sou a "Deusa Atena – Deusa independente". Bem, com algumas coisas eu concordo, com outras não. Mas gostei do teste e deixo aí a sugestão para vocês fazerem também: http://www.bolsademulher.com/especiais/deusa_mulher-100045.html
quarta-feira, 10 de março de 2010
A difícil arte de ser mulher
Frei Betto
Hours concours em Cannes, um dos filmes de maior sucesso no badalado festival francês foi “Ágora”, direção de Alejandro Amenabar. A estrela é a inglesa Rachel Weiz, premiada com o Oscar 2006 de melhor atriz coadjuvante em “O jardineiro fiel”, dirigido por Fernando Meirelles.
Em “Ágora” ela interpreta Hipácia, única mulher da Antiguidade a se destacar como cientista. Astrônoma, física, matemática e filósofa, Hipácia nasceu em 370, em Alexandria. Foi a última grande cientista de renome a trabalhar na lendária biblioteca daquela cidade egípcia. Na Academia de Atenas ocupou, aos 30 anos, a cadeira de Plotino. Escreveu tratados sobre Euclides e Ptolomeu, desenvolveu um mapa de corpos celestes e teria inventado novos modelos de astrolábio, planisfério e hidrômetro.
Neoplatônica, Hipácia defendia a liberdade de religião e de pensamento. Acreditava que o Universo era regido por leis matemáticas. Tais ideias suscitaram a ira de fundamentalistas cristãos que, em plena decadência do Império Romano, lutavam por conquistar a hegemonia cultural.
Em 415, instigados por Cirilo, bispo de Alexandria, fanáticos arrastaram Hipácia a uma igreja, esfolaram-na com cacos de cerâmica e conchas e, após assassiná-la, atiraram o corpo a uma fogueira. Sua morte selou, por mil anos, a estagnação da matemática ocidental. Cirilo foi canonizado por Roma.
O filme de Amenabar é pertinente nesse momento em que o fanatismo religioso se revigora mundo afora. Contudo, toca também outro tema mais profundo: a opressão contra a mulher. Hoje, ela se manifesta por recursos tão sofisticados que chegam a convencer as próprias mulheres de que esse é o caminho certo da libertação feminina.
Na sociedade capitalista, onde o lucro impera acima de todos os valores, o padrão machista de cultura associa erotismo e mercadoria. A isca é a imagem estereotipada da mulher. Sua autoestima é deslocada para o sentir-se desejada; seu corpo é violentamente modelado segundo padrões consumistas de beleza; seus atributos físicos se tornam onipresentes.
Onde há oferta de produtos – TV, internet, outdoor, revista, jornal, folheto, cartaz afixado em veículos, e o merchandising embutido em telenovelas – o que se vê é uma profusão de seios, nádegas, lábios, coxas etc. É o açougue virtual. Hipácia é castrada em sua inteligência, em seus talentos e valores subjetivos, e agora dilacerada pelas conveniências do mercado. É sutilmente esfolada na ânsia de atingir a perfeição.
Segundo a ironia da Ciranda da bailarina, de Edu Lobo e Chico Buarque, “Procurando bem / todo mundo tem pereba / marca de bexiga ou vacina / e tem piriri, tem lombriga, tem ameba / só a bailarina que não tem”. Se tiver, será execrada pelos padrões machistas por ser gorda, velha, sem atributos físicos que a tornem desejável.
Se abre a boca, deve falar de emoções, nunca de valores; de fantasias, e não de realidade; da vida privada e não da pública (política). E aceitar ser lisonjeiramente reduzida à irracionalidade analógica: “gata”, “vaca”, “avião”, “melancia” etc.
Para evitar ser execrada, agora Hipácia deve controlar o peso à custa de enormes sacrifícios (quem dera destinasse aos famintos o que deixa de ingerir...), mudar o vestuário o mais frequentemente possível, submeter-se à cirurgia plástica por mera questão de vaidade (e pensar que este ramo da medicina foi criado para corrigir anomalias físicas e não para dedicar-se a caprichos estéticos).
Toda mulher sabe: melhor que ser atraente, é ser amada. Mas o amor é um valor anticapitalista. Supõe solidariedade e não competitividade; partilha e não acúmulo; doação e não possessão. E o machismo impregnado nessa cultura voltada ao consumismo teme a alteridade feminina. Melhor fomentar a mulher-objeto (de consumo).
Na guerra dos sexos, historicamente é o homem quem dita o lugar da mulher. Ele tem a posse dos bens (patrimônio); a ela cabe o cuidado da casa (matrimônio). E, é claro, ela é incluída entre os bens... Vide o tradicional costume de, no casamento, incluir o sobrenome do marido ao nome da mulher.
No Brasil colonial, dizia-se que à mulher do senhor de escravos era permitido sair de casa apenas três vezes: para ser batizada, casada e enterrada... Ainda hoje, a Hipácia interessada em matemática e filosofia é, no mínimo, uma ameaça aos homens que não querem compartir, e sim dominar. Eles são repletos de vontades e parcos de inteligência, ainda que cultos.
Se o atrativo é o que se vê, por que o espanto ao saber que a média atual de durabilidade conjugal no Brasil é de sete anos? Como exigir que homens se interessem por mulheres que carecem de atributos físicos ou quando estes são vencidos pela idade?
Pena que ainda não inventaram botox para a alma. E nem cirurgia plástica para a subjetividade.
* Artigo publicado dia 10/03/10 no Diário da Manhã
Hours concours em Cannes, um dos filmes de maior sucesso no badalado festival francês foi “Ágora”, direção de Alejandro Amenabar. A estrela é a inglesa Rachel Weiz, premiada com o Oscar 2006 de melhor atriz coadjuvante em “O jardineiro fiel”, dirigido por Fernando Meirelles.
Em “Ágora” ela interpreta Hipácia, única mulher da Antiguidade a se destacar como cientista. Astrônoma, física, matemática e filósofa, Hipácia nasceu em 370, em Alexandria. Foi a última grande cientista de renome a trabalhar na lendária biblioteca daquela cidade egípcia. Na Academia de Atenas ocupou, aos 30 anos, a cadeira de Plotino. Escreveu tratados sobre Euclides e Ptolomeu, desenvolveu um mapa de corpos celestes e teria inventado novos modelos de astrolábio, planisfério e hidrômetro.
Neoplatônica, Hipácia defendia a liberdade de religião e de pensamento. Acreditava que o Universo era regido por leis matemáticas. Tais ideias suscitaram a ira de fundamentalistas cristãos que, em plena decadência do Império Romano, lutavam por conquistar a hegemonia cultural.
Em 415, instigados por Cirilo, bispo de Alexandria, fanáticos arrastaram Hipácia a uma igreja, esfolaram-na com cacos de cerâmica e conchas e, após assassiná-la, atiraram o corpo a uma fogueira. Sua morte selou, por mil anos, a estagnação da matemática ocidental. Cirilo foi canonizado por Roma.
O filme de Amenabar é pertinente nesse momento em que o fanatismo religioso se revigora mundo afora. Contudo, toca também outro tema mais profundo: a opressão contra a mulher. Hoje, ela se manifesta por recursos tão sofisticados que chegam a convencer as próprias mulheres de que esse é o caminho certo da libertação feminina.
Na sociedade capitalista, onde o lucro impera acima de todos os valores, o padrão machista de cultura associa erotismo e mercadoria. A isca é a imagem estereotipada da mulher. Sua autoestima é deslocada para o sentir-se desejada; seu corpo é violentamente modelado segundo padrões consumistas de beleza; seus atributos físicos se tornam onipresentes.
Onde há oferta de produtos – TV, internet, outdoor, revista, jornal, folheto, cartaz afixado em veículos, e o merchandising embutido em telenovelas – o que se vê é uma profusão de seios, nádegas, lábios, coxas etc. É o açougue virtual. Hipácia é castrada em sua inteligência, em seus talentos e valores subjetivos, e agora dilacerada pelas conveniências do mercado. É sutilmente esfolada na ânsia de atingir a perfeição.
Segundo a ironia da Ciranda da bailarina, de Edu Lobo e Chico Buarque, “Procurando bem / todo mundo tem pereba / marca de bexiga ou vacina / e tem piriri, tem lombriga, tem ameba / só a bailarina que não tem”. Se tiver, será execrada pelos padrões machistas por ser gorda, velha, sem atributos físicos que a tornem desejável.
Se abre a boca, deve falar de emoções, nunca de valores; de fantasias, e não de realidade; da vida privada e não da pública (política). E aceitar ser lisonjeiramente reduzida à irracionalidade analógica: “gata”, “vaca”, “avião”, “melancia” etc.
Para evitar ser execrada, agora Hipácia deve controlar o peso à custa de enormes sacrifícios (quem dera destinasse aos famintos o que deixa de ingerir...), mudar o vestuário o mais frequentemente possível, submeter-se à cirurgia plástica por mera questão de vaidade (e pensar que este ramo da medicina foi criado para corrigir anomalias físicas e não para dedicar-se a caprichos estéticos).
Toda mulher sabe: melhor que ser atraente, é ser amada. Mas o amor é um valor anticapitalista. Supõe solidariedade e não competitividade; partilha e não acúmulo; doação e não possessão. E o machismo impregnado nessa cultura voltada ao consumismo teme a alteridade feminina. Melhor fomentar a mulher-objeto (de consumo).
Na guerra dos sexos, historicamente é o homem quem dita o lugar da mulher. Ele tem a posse dos bens (patrimônio); a ela cabe o cuidado da casa (matrimônio). E, é claro, ela é incluída entre os bens... Vide o tradicional costume de, no casamento, incluir o sobrenome do marido ao nome da mulher.
No Brasil colonial, dizia-se que à mulher do senhor de escravos era permitido sair de casa apenas três vezes: para ser batizada, casada e enterrada... Ainda hoje, a Hipácia interessada em matemática e filosofia é, no mínimo, uma ameaça aos homens que não querem compartir, e sim dominar. Eles são repletos de vontades e parcos de inteligência, ainda que cultos.
Se o atrativo é o que se vê, por que o espanto ao saber que a média atual de durabilidade conjugal no Brasil é de sete anos? Como exigir que homens se interessem por mulheres que carecem de atributos físicos ou quando estes são vencidos pela idade?
Pena que ainda não inventaram botox para a alma. E nem cirurgia plástica para a subjetividade.
* Artigo publicado dia 10/03/10 no Diário da Manhã
segunda-feira, 8 de março de 2010
Feliz Dia Interncional da Mulher, amigas!
As amigas estão sempre lá. Mesmo quando parecem ter uma enorme distância física, sabemos que estão tão próxima, que podemos até sentir seu cheiro ou ouvir sua gargalhada. Amigas são assim, às vezes ouvem muito, às vezes falam mais. Com algumas o contato é direto, já com outras, os encontros são raros. Mas nem por isso menos amigas.
Existem amigas para fazer compras, ir ao cinema, comer brigadeiro em casa, aquelas que são ótimas conselheiras e outras desligadas, que nem percebem quando estamos tristes, mas sempre tem um ótimo humor para nos fazer rir.
Existem amigas doces, bravas, palhaças, apaixonadas, intensas, centradas, mães, namoradas, esposas, profissionais, psicólogas, cozinheiras, choronas, dona de casa, animadas, tímidas, doidas, baladeira, irmãs, mas acima de tudo: DIVAS.
E quando todas elas se juntam, o resultado é um caldeirão de boas histórias, lágrimas e abraços. Amigas de longa data e outras existências. Cada uma de vocês contribuiu para meu crescimento pessoal e me faz uma pessoa melhor. Juntas, conquistamos o mundo e vencemos batalhas.
Obrigada por me provarem a cada encontro, que existem problema maiores que os meus e conquistas melhores. Obrigada pelos elogios, críticas, ombros e risadas. Isso tudo me faz crescer. Desejo que o arquiteto do universo nos mantenham juntas por muitas existências, para assim, mesmo com destinos diferentes, auxiliemos sempre umas às outras.
Existem amigas para fazer compras, ir ao cinema, comer brigadeiro em casa, aquelas que são ótimas conselheiras e outras desligadas, que nem percebem quando estamos tristes, mas sempre tem um ótimo humor para nos fazer rir.
Existem amigas doces, bravas, palhaças, apaixonadas, intensas, centradas, mães, namoradas, esposas, profissionais, psicólogas, cozinheiras, choronas, dona de casa, animadas, tímidas, doidas, baladeira, irmãs, mas acima de tudo: DIVAS.
E quando todas elas se juntam, o resultado é um caldeirão de boas histórias, lágrimas e abraços. Amigas de longa data e outras existências. Cada uma de vocês contribuiu para meu crescimento pessoal e me faz uma pessoa melhor. Juntas, conquistamos o mundo e vencemos batalhas.
Obrigada por me provarem a cada encontro, que existem problema maiores que os meus e conquistas melhores. Obrigada pelos elogios, críticas, ombros e risadas. Isso tudo me faz crescer. Desejo que o arquiteto do universo nos mantenham juntas por muitas existências, para assim, mesmo com destinos diferentes, auxiliemos sempre umas às outras.
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