quarta-feira, 19 de outubro de 2011

10 Motivos pelos quais valem a pena ser solteira

Lendo um post do Casal sem Vergonha, a Ítala e eu pensamos que existem mais de 31 motivos pelos quais é bom ser solteira (vão até o link 31 motivos pelos quais é bom ser solteira). Fizemos uma lista com 10 itens, mas se quiser, acrescente mais aí nos comentários!




10 Motivos pelo qual vale a pena ser solteira
1. Seu amigos vão te amar muito mais e sempre vão te ligar convidando para fazer alguma coisa, viagens curtas, finais de semana na casa deles para ver box de séries ou filmes que só são legais de ver quando se está no meio da sua turma de amigos;

2. Sport TV é facilmente substituido pelo GNT que ensina a gente ficar mais bonita, mais focada no quanto somos DIVAS de verdade;

3. Você pode dormir com aquele pijama comprido e de estampa infantil sem ter que escutar que isso acaba com o tesão;

4. Você não precisa ficar tirando pelos do sabonete, por que o seu banheiro, apenas você usa;
5. Você pode decidir, sem precisar levar em consideração a opinião de outra pessoa, o destino das férias;

6. Você pode chamar qualquer pessoa de amoooooooooooooor pelo telefone ou facebook sem que alguém fique com ciúmes;

7. Apenas suas músicas favoritas vão tocar no carro e você não precisa mais se esforçar para escutar o que realmente acha que é barulho e não música;

8. Você não precisa ficar sempre queimando fosfato pensando no que fazer para o relacionamento não cair na rotina. Vai poder usar sua mente brilhante para coisas mais interessantes e divertidas;

9. Você pode dar moral para quem quiser, apenas para inflar o ego e nada mais;

10. Você não vai precisar convencer ninguém do quanto sua família é legal e que ir às festas faz de vocês um casal integrado nas relações familiares.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Feliz 30 anos!

Os 30 anos chegaram! E com eles uma enxurrada de dilemas: preciso alimentar melhor, fazer seriamente um exercício físico, cuidar da pele, permanecer linda e jovem, ganhar dinheiro, ter um filho e fazer as viagens que desejo. Confesso que tenho medo dos anos me consumirem e eu me tornar uma velhinha emborcada, com os cabelos ralos e a boca murcha. E olha que isso pode mesmo acontecer, já que tenho problema na coluna, meus cabelos estão caindo absurdamente e sempre tive os dentes fracos (mas ainda estão todos na boca!).

Sempre tive um sentimento ambíguo com relação a esta idade. Ao mesmo tempo em que me parece bonita pela imagem criada por Balzac, em que a mulher de 30 é madura, segura e está em sua plenitude, ela também me assusta com sua carga de cobranças estéticas, profissionais e pessoais da nossa sociedade.

Ainda bem que vivemos em uma época de grandes avanços tecnológicos e de importantes descobertas da medicina e por isso, ter 30 anos não é mais sinônimo de estar com o pé na velhice e sim estar na flor da idade, com todos os benefícios da vida adulta, com experiência suficiente para saber o que quer, mas com o entusiasmo e jovialidade dos 20 anos.

Eu deixo os 30 anos chegarem. Eles serão muito bem recebidos. Assumo meus 30 anos como pretendo assumir meus 80 anos (mesmo em guerra declarada ao espelho), com calma e felicidade pelo atual momento.
Ana Carol

domingo, 21 de agosto de 2011

Atração Fatal

Primeiro dia de aula do segundo semestre, saí de casa antecipadamente, cerca de quarenta minutos, jurando para mim mesma que neste semestre eu seria diferente, não chegaria mais em cima da hora e faria todas as coisas de forma planejada. Com tempo de sobra, decidi passar em uma padaria para fazer um lanchinho antes de pegar “no batente”.
Servi-me no buffet, sentei em uma das mesas do lado de fora da padaria e enquanto deliciava-me com as gostosuras escolhidas, observava as pessoas ao meu redor. Notei um belo exemplar masculino mais ao fundo, avaliei com alguma displicência o “material” e continuei lanchando distraída.
Passei novamente o olhar em todo o espaço e percebi que o bonitão olhava fixamente em minha direção. Obviamente, me senti o máximo! Experimentei aquele risinho interno de quem ganhou o dia e continuei comendo. Mas, sabe aquela sensação de ser observada? Pois é, o bonitão continuava a me encarar. Fui ficando um pouco encabulada, sem saber onde colocar os olhos. Cheguei pudicamente a pensar: “Mas será que ele não percebeu que sou uma mulher casada?”. De repente, o moço saiu de seu lugar, sentou-se na mesa em frente à minha e tirou o celular do bolso. Olhando em minha direção fixamente, ele se posicionou para tirar uma fotografia. Achei estranha aquela atitude. Tudo bem que eu me acho gatinha, mas daí a parar o trânsito dessa forma, já são outros quinhentos. Resolvi checar se era comigo mesmo. Olhei para um lado, olhei para o outro e ele lá, procurando o melhor ângulo. Quando me virei constatei que, para minha surpresa e indignação, havia uma bela e reluzente Ferrari vermelha estacionada exatamente atrás de mim. Não me contive, gargalhei sozinha em alto e bom som, me levantei e deixei que ele fizesse um bom enquadramento da máquina. E eu achando que estava bonitinha! Rs.

Parece piada ou comercial de carro, mas eu juro que aconteceu comigo.

Francielle Felipe

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Fuja! O chato vem por aí!




"A modéstia é a vaidade escondida atrás da porta"
Mário Quintana

Conheço algumas pessoas legais que não se amam. O fato de não se amarem as tornam chatas. Elas reclamam o tempo todo e ficam em busca de elogios com as afirmações de que são feias, tristes e não existe solução para sua pobre vida. Não são pessoas que estão passando por uma crise. São tipos que nasceram em crise! Se enquadram nesta categoria os falsos modestos que querem ouvir o tempo todo o quanto são bonitos, inteligentes, legais etc.

Ainda tem aquelas pessoas que tem ótimas qualidades, mas um defeito que nos faz perguntar o porque gostamos delas: são as maldosas. Aquelas que estão sempre com uma intriga na ponta de língua. Sempre que tem oportunidade elas vão dizer o que ouviram de alguém e ainda dar aquela temperada com seu veneno. Essas pessoas devem achar a própria vida desinteressante, por que vomitam o tempo todo a respeito da vida alheia.

Se precisar de um conselho ou de uma oração, estou aberta a isso. Mas não consigo conviver muito tempo com o maldoso e o que não se valoriza. Acredito que nem Deus goste da companhia de quem NUNCA tem nada a acrescentar.

Esses dois tipos não querem ser felizes. São pessoas portadoras de doenças mentais e precisam de um terapeuta para resolver. Em casos mais graves e crônicos, um psiquiatra também seria interessante.
Obs.: Amo minha família e meus amigos na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza. E estou à disposição sempre que precisarem. E este post não foi um recado indireto a ninguém!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ser ou Estar "Mulher objeto"

O problema da “mulher-objeto” não é ESTAR na condição de objeto, mas sim SER objeto. Não há submissão em estar na condição de objeto quando, enquanto sujeito, se tem consciência dessa condição, e da transitoriedade dessa condição. Não há submissão nem ofensa à dignidade da mulher quando a exaltação da beleza feminina se dá em um jogo que envolve: desejos, recompensas, fantasias, alternância de posições sujeito/objeto, prazeres e satisfações para si e para o outro. 
Mas há submissão e perda de dignidade em se tornar o objeto, tão somente o objeto, e definitivamente. Em perder-se como sujeito, transformando-se (consciente ou inconscientemente) em um corpo sem voz, sem vida, sem desejos próprios, que nada mais tem a oferecer senão uma bela embalagem. 

Saber ESTAR na condição de objeto é, sim, louvável! 
SER objeto é uma afronta irreparável à inteligência feminina.


Por Clarissa Motter, publicitária e mestranda em Comunicação e Cultura - UFG.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Eu só quero Chocolate


Todos os dias depois do almoço compro um Chocolate. É quase um ritual. É a hora que mais sinto necessidade neste doce. Mas também não é a única hora que quero comer essa delícia de cacau e açúcar. Acho que do jeito que ando, comeria o dia inteiro. Sei que açúcar faz mal para saúde. Mas como sou uma pessoa que tem um estilo de vida saudável, me permito a este pecado.

Meu caso é patológico! Ultimamente cada mordida minha em um brigadeiro (comprado da Elaine, do Rancho 10) vem acompanhada de “huuummmm”. É como se eu tivesse sendo abraçada por um grande urso de pelúcia, que me coloca no colo dele e ainda faz cafuné!  Uma incrível sensação de aconchego.  

Mas não é exclusividade minha essa tara por Chocolate. A maioria das mulheres são assim.  Ao leite, branco, crocante, amargo, maio-amargo, com avelã, trufado, com morango, enfim, não importa o tipo, o fato é que amamos o Chocolate!

Queremos Chocolate quando brigamos com marido, quando estamos na TPM, com problemas profissionais, quando queremos ser mais felizes, quando estamos morrendo de ansiedade, enfim, queremos Chocolate na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe.
O açúcar estimula e serotonina, responsável pelo bom humor, a depressão e a ansiedade. Além disso, segundo pesquisas as calorias elevam os teores de endorfinas, o que explica a sensação de prazer que temos ao comer Chocolate. Tem remédio melhor? Além disso, ele é rico em mineirais e vitaminas.  

Neste meu post dedicado ao Chocolate (que vem com o C maiúsculo em veneração que faço a esta delícia) não vou citar os malefícios. Por que hoje, vou apenas olhar o lado doce do mundo!


segunda-feira, 27 de junho de 2011

A futilidade me salvou


Sabe quando os problemas são tantos, as preocupações entorpecem sua razão e sua sanidade saiu para dar uma voltinha porque não aguenta mais o excesso de realidade conturbada? Pois foi justamente quando vivi esse momento que descobri o poder da futilidade. Sim, minhas queridas Divas. Se estou viva e, pasmem, consciente para escrever esse texto, foi porque a dona futilidade me salvou. Vou explicar como.

Sempre tive muito preconceito em relação àquelas Divas inferiores que gastam a vida inteira discutindo tonalidades de tinturas de cabelo, o quanto os salões de beleza estão cobrando por californianas, a importância de uma unha bem feita, etc. SEMPRE torci meu considerável nariz para esse tipo de coisa. Desculpe, sou politizada e gosto de me preocupar com coisas mais relevantes!

Acontece que após o desemprego, processo trabalhista frustrado e um bico que mal me pagava pelos serviços prestados, comecei a surtar. Fui ao que considero o fundo do poço e permaneci lá por algum tempo. Totalmente sem luz. À beira do que chamei de “depressão”, comecei a escutar os conselhos de duas amigas: Debi e Dani. São duas fofas, lindas, inteligentíssimas, pelas quais morro de admiração. No meio de tanta turbulência financeira/profissional, elas começaram a me converter para a futilidade como meio de sobrevivência.

Quando estava quase desistindo de tudo, já havia chorado quase todo o líquido do meu corpo, ouvi com atenção o que elas me falaram durante um café: “gente, a única graça que vejo hoje na vida é pintar a unha”. Nunca mais vou me esquecer dessas palavras. Como assim? Desde quando um esmalte vai pagar suas contas? Ou vai trazer aquele príncipe encantado em 7 dias? Não, eu tinha que, pelo menos, experimentar um pouco daquela insanidade para poder tratar minhas pobres amigas.

Após algumas horas dentro da loja Shopping dos Cosméticos, saí 1% mais positiva com a vida e com 3 esmaltes da Impala. Ao meu lado, Debi se sentia orgulhosa e me olhava de tal forma como se estivesse conseguindo a salvação. “Você vai ser extremamente feliz”. Ok! Só o papo de mulherzinha na loja já me deixou um pouquinho viva.

Cheguei em casa e comecei a terapia. Pintei as unhas com o Canoa e, depois do processo, vi que tinha vencido um medo (e preconceito) de anos: esmalte escuro! Olhei várias vezes para aquilo e tentei me acostumar. O máximo que já tinha usado era um renda, coisa do tipo. Jamais coloquei um vermelhão. E não é que o efeito transformador começou a surgir?!

Saí de casa para trabalhar no outro dia jurando que todo mundo comentaria o meu grande passo. Tudo bem. Só a Debi e a Dani se entusiasmaram com a mudança. Mas e daí? Eu já estava me sentindo melhor. Infelizmente, a unha escura não foi o suficiente para persuadir meu “chefe” a me pagar o que devia. Porém, aquele Canoa foi a peça que faltava para eu enxergar tudo de outra forma.

Como assim? Explico! Ao contrário do que sempre pensei, cuidar da aparência não significa jogar 500 zilhões neurônios no lixo. Muito pelo contrário. Só realça ainda mais o magnetismo que tem uma mulher inteligente. É importante salientar aqui que tudo bem fazer uma visitinha às clínicas de estética, desde que a cachola esteja perfeitamente preenchida de conceitos, conhecimentos e informação. Mais uma lição que a linda da Daniela me ensinou. Beleza e conhecimento se completam. Podem viver juntos em harmonia e gerar filhos encantadores.

Com tudo isso, aprendi que a futilidade é necessária para distrair nossas mentes, para nos manter jovens, belas e com o mínimo de linhas de expressão. O efeito que ela faz por fora é pouco se comparado ao que pode causar à autoestima. E no final das contas, de nada adianta inteligência sem amor próprio. Por isso, sem nenhum ressentimento, sem nenhum pudor e com todo o exibicionismo que nunca tive, digo: devo minha vida à futilidade.

Obrigada, Dani e Debi pelos esmaltes da Impala.

 
Por Ítala Carvalho (Jornalista. Escreveu no Reflexões de uma Diva a convite do blog)