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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Instagram, representação de mim



Meus estudos sobre representação, em especial, nos documentários com sua “simulação de realidade” me ensinaram uma coisa: o olhar do diretor seleciona aquilo que é importante dentro de seu contexto para discorrer sobre o tema do filme. Ele não precisa dizer nada, nem de voz over[1], mas aquilo que ele escolhe dar visibilidade contém seu pensamento e sentimentos de maneira implícita, diz sobre o diretor, muito mais que sobre o objeto em si.
Pois bem, se o meu instagram fosse um filme sobre minha vida, sobre o qual eu pudesse tecer uma análise de mim mesma em terceira pessoa, eu diria: essa moça é publicitária, entende de imagem e de cinema, mas escolheu não se representar assim. Por quê? Suas imagens não representam o olhar de uma especialista na área. Talvez ela tenha tentando, mas simplesmente decidiu que ali não era lugar de fazer pose, parecer cult e legal. Andava meio cansada disso tudo.
Creio que talvez ela tenha ficado na dúvida, achou por alguns momentos que seu olhar fosse desinteressante, quem sabe por não parecer muito perspicaz aos olhos do mundo ou acerca do que esperavam que ela produzisse para esta maravilhosa rede de narcisismos incontáveis.
Assim, na obra documental de Francielle Felipe Faria de Miranda, observamos um número sem fim de temas recorrentes: ela e seu marido (nunca só ele ou só ela, sempre os dois), seus sobrinhos, suas irmãs, suas amigas e amigos, suas flores, seus cafés e alguns lances de eventos espíritas. Tem um pouco de dança e música também.
Ah, essa moça não sabia, nunca tinha parado para perceber o quanto de doçura há em seu coração. O andar dela é altivo, sempre bem arrumada (dizem que ela tem estilo), fala com uma braveza, expõe suas opiniões com tanta ênfase e certeza, é crítica, ágil, parece tão forte, mas o "filme" mostra outra faceta desta mesma vida: um mundo de feminices, fofurices, sentimentos doces e nobres, poesia.
A diretora não tem costume de falar sobre os temas que aparecem neste produto cultural da forma como ela os coloca ali, foi uma construção quase inconsciente, mas eles estão lá na sua obra. A “voz do documentário”[2] é representação de si mesma, em tons quentes, aveludados, com textura de sonho. Coisas que vêm lá do coração e que ela parece nunca ter enxergado sobre si mesma.
Menina boba essa diretora. Menosprezou seu filme, achou que ele era insosso, quando na verdade é uma dessas obras que fazem a gente pensar: existem outras coisas que precisam ser enaltecidas nesta vida. Família, casamento, união, amizades, pausas revigorantes, longas conversas, boas risadas e um sentimento de reverência para o Deus que criou e possibilitou isso tudo.
Talvez nunca tenha tido a chance de olhar para si através de outro prisma, mas agora que olhou, descobriu que é muito mais do que imagina. Leu as críticas, demorou a acreditar no que diziam sobre seu filme, sobre o seu olhar, mas concluiu: eles estão certos.


[1] Ocorre quando ouvimos a voz do diretor a fazer algumas considerações no filme documentário, como um narrador.
[2] Conceito cunhado por (NICHOLS, 1997) na publicação Introdução ao documentário, da editora Papirus.
A voz do documentário transmite qual é o ponto de vista social do cineasta e como se manifesta esse ponto de vista no ato de criar o filme. Fala através de todos os meios disponíveis para o criador, em especial, seleção e arranjo de som e imagem que conduzem a lógica organizadora do filme.
A voz aparece como um dos elementos de análise da representação nos documentários, que inclui ainda outros elementos tais como os aspectos sonoros, imagéticos, estilísticos e lingüísticos.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

De Brad para Angelina



Recentemente li um texto divulgado na internet a respeito de um momento da relação de Brad Pitt e Angelina Jolie (leia o texto clicando aqui). Surpreendi-me ao ver os comentários contrários a minha primeira leitura do texto, pois, as pessoas estavam entendendo o comportamento de Brad Pitt como uma atitude machista. Então resolvi reler o texto e minha segunda impressão foi a mesma da primeira. Reli mais algumas vezes e não consegui alterar meu raciocínio. Por isso, a pedido de minha querida amiga e jornalista Ana Carolina, compartilharei o que eu vi.
Digo o que eu vi porque opiniões são sempre diversas uma das outras e acho ótimo que assim sejam, pois cada um tem sua verdade que está recheada de nós mesmos, de nossa formação profissional, religiosa e história de vida e é isso que torna cada verdade única não existindo assim uma única verdade. Quando nós conseguimos compreender isso percebemos o quanto a vida e as relações são ricas e uma grande oportunidade de crescimento e aprendizado.
Tenho visto muitos casamentos desfeitos. Hoje em dia permanecemos casados enquanto está bom. Pelo menos pra um dos lados. Lutamos muito pouco pelo outro e para manter o casamento. Diante das dificuldades nos abatemos e nos entregamos. Desistimos facilmente daquilo que não está dentro dos nossos moldes de felicidade. Por que as relações ficaram assim? Afinal, antigamente, no tempo dos nossos avós, casamento era pra vida toda. Mesmo que isso significasse ser infeliz. Não estou defendendo que o certo eram as relações antigas e nem mesmo as novas. Afinal, o mundo e as pessoas vão mudando, as necessidades passam a ser outras e a gente vai se adaptando. A verdade é que existem muitos fatores que contribuíram pra essas mudanças no casamento, dentre elas estão as conquistas femininas que deram mais voz e direito as mulheres, além de vivermos em uma cultura que alimentou em nós, homens e mulheres a ideia de liberdade, poder e individualismo.
 Bem, digo tudo isso para compreendermos porque para algumas pessoas Brad é um machista. As mulheres lutam pelo seu direito a liberdade e Brad simplesmente diz que “A mulher é o reflexo de seu homem”.  Porém, como Psicóloga não posso deixar de dizer que o comportamento de alguém pode sim interferir no comportamento do outro. A vida é sistêmica. Quando tomamos uma atitude podemos alterar a vida da outra pessoa que, para se adaptar a quem nos tornamos terá que mudar seu próprio comportamento. E o mais difícil é que nem sempre estamos fortes o suficiente para suportar as mudanças impostas e muitas vezes nos entregando as situações, terminamos deprimidos ou com tantos outros sofrimentos psicológicos. E não é disso que o texto trata? Não é a partir do comportamento alterado de Angelina que se tornou praticamente uma “megera” que Brad resolve mudar a sua forma de encarar sua mulher e essa situação?
Ele viu seu casamento à beira do divorcio. Até que ele percebeu que sua mulher apesar de estar irreconhecível a seus olhos, ainda era a mulher pela qual ele se apaixonou. Era a mesma mulher, tudo aquilo de bom que o fez se apaixonar ainda estava ali, escondido em algum lugar e ele estava disposto e determinado a ter tudo isso de volta. Ele a presenteou, falou dela para os outros e fez o que pode para recuperá-la, para mostrar o quanto ela era importante para ele. Fez ela mesma se recordar de quem ela era para assim retomar a vontade de ser e de viver sua vida. Assim, redescobriram o amor. Pois, Angelina redescobriu o amor próprio.
Ah o amor próprio, a autoestima! Está aí mais uma coisa que estamos nos esquecendo. Esquecemos de nos cuidarmos. Vivemos correndo, tendo que nos adaptar a isso ou aquilo e esquecemos de quem nós somos. Da nossa identidade, do que verdadeiramente queremos e acreditamos. Ora, amar a si mesmo é o primeiro passo para amar o outro. Nathaniel Branden, em seu livro A Psicologia do Amor vai mais além e diz “Se não nos amamos, é quase impossível acreditarmos que somos amados por outra pessoa. É quase impossível aceitar o amor. É quase impossível receber amor. Não importa o que nosso parceiro faça para mostrar que se importa conosco, não sentiremos convicção na devoção, pois não nos sentimos merecedores de amor”.
Autoestima todos nós temos uns mais, outros menos, capacidade para recuperá-la também. Precisamos de foco em nós mesmos e disposição para mudar a situação. É claro que ninguém é responsável pela felicidade do outro. Essa missão é de cada um. No entanto, receber ajuda para se reerguer com certeza é importante; em alguns casos imprescindível. Brad teve foco em sua mulher e em seu casamento, não se esqueceu de quem ela é apesar dela mesma ter se esquecido. 
Percebi então, depois de ler tantas vezes o texto que toda essa discussão não é uma questão de gênero (homem - mulher), mas de evolução espiritual, de uma conquista individual. Quantas vezes vemos amigos se afundarem ao viver momentos difíceis na vida, chegando a não reconhecê-los e nos afastamos por não saber como agir? Enquanto na verdade, não precisamos saber dizer as palavras mais sábias, bastando apenas presença sincera, abraço fraterno e acolhedor. Saber ajudar e enxergar o outro como ele realmente é e se empenhar para ajudá-lo exige de nós maturidade, autoconhecimento, humildade e amor ao próximo. Quem está em preparado?

*Por Thaís Prado - psicóloga convidada a escrever para o Reflexões de uma Diva

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Guia do turista solteiro em Paris

Paris é considerada a cidade mais romântica do mundo! Muito se pensa nos momentos a dois nesta cidade mas nem só de cafés a meia luz, passeios de barco pelo Rio Sena e pôr do sol abraçadinho em Sacre Couer se faz Paris.

Há uma Paris disponível pra o turista solteiro também. A primeira vez que fui a Paris foi do jeito romântico. Mas voltei lá outras vezes com amigos e sempre com um amigo que ainda não conhece a cidade e quer fazer os mesmos passeios tradicionais. Então tive que aprender a adaptar o circuito turístico básico a oportunidades de encontrar gente jovem e legal. Fiz isso baseado em  sites e blogs franceses e também com dicas do meu amigo Pedro Paulo, que mora lá. Então, segue aí vai o roteiro pra vocês. Para este roteiro é necessário pelo menos 4 dias na cidade.


ROTEIRO

Dia 1

Montmartre é um bairro pitoresco que é famoso pela sua igreja, o Sacré-Coeur e também é historicamente conhecido por ser local de artistas e boêmia, o que acontece até hoje. Em Montmartre, por exemplo, fica o Moulin Rouge,  que também vale a visita. . E também ali se pode ter vista uma incrível de Paris.

Comece seu passeio do dia pela opera Garnier, se não for um domingo é possível fazer boas compras ali por perto, seja nas Galeries Lafayette ou nas centenas de outras lojas da região.  Depois pegue o metro em direção a Montmartre.

Você até pode ir a Montmartre e ver o por do sol do alto das escadarias da Igreja de Sacre Couer mas compre uma cerveja em algum botequinho que vir pelo caminho e sente próximo a algum grupo de jovens que se reúnem lá pra beber tendo uma boa vista da cidade. Para de chegar lá, pode-se seguir o seguinte caminho: É bom almoçar, e aos sábados e domingos é melhor, em algum restaurante do boulevard de Clichy, entre as estações Blanche e Pigalle. Se o dia for de sol pegue uma mesa externa, é claro, e fique vendo o movimento. Vai ter muito turista mas também muita gente interessante passando ou na mesa ao lado. Almoce com calma, como faz o francês, pode gastar umas 2h pra seu almoço.

Depois é hora de comprar suas lembrancinhas da cidade, ali é o melhor lugar pra comprar. Faça o circuito pelo bairro de Montmartre subindo em direção a praça Tertre, é bem movimentado. Depois chegue até Sacre Couer e beba sua cerveja nas escadarias.
Vale também ir ao Café dês Deux moulins(15 Rue Lepic), onde a Amelie Poulin trabalhava no filme “O fabuloso destino de Amelie Poulin”. O café tem boas bebidas e comidas, o ambiente é cool e decorado em art deco e por isso tem muita gente bonita lá.

Pra acabar a noite pode-se ir ao O’Sullivans (92 Boulevard de Clichy), um music bar bem divertido e com boa cerveja com entrada free até ás 22h, que é quando ele realmente começa a fever, essa foi uma dica do amigo Pedro Paulo, que eu achei ótima. Ou se você não estiver tão animado  também pode-se ir Edward and Sons Old Irish Pub (10 boulevard de Clichy), um pub estiloso pra terminar a noite (fecha por volta de meia noite).


Dia 2

Mas, espera um pouco! Se é a primeira vez em Paris, é preciso fazer o passeio turistico mais básico. Visite o Louvre! Depois saia dali em direção ao Arco do Triunfo. Espero que esteja usando sapatos confortáveis, serão mais de 5 km de caminhada. No caminho visite os Jardins de Tuileries, as mulheres vão querer dar uma escapadinha a altura da Place Vendome e rua Royale pra ver as lojas elegantes e todos devem ir até na LaDureé (rue Royale, 16 ) pra comer os maravilhosos macarrons desta maison tradicional.


Voltando a nossa rota, siga o passeio pela Champs Elysées. Logo se chega a parte comercial desta avenida, que independente de compras merece a visita. Ali se tem a possibilidade de compras em lojas mais acessíveis e os também é legal visitar as lojas conceito de carros.

Depois deste panorama é hora de visitar a Torre Eiffel. Do Arco do Triunfo então se tem duas opções. Se ainda está animado pra caminhar vá pela Av. d’Iéna até Jardins Du Trocadero. Mas se preferir pegar o metrô, minha dica é descer na estação Dupleix ( da estação Charles de Gaulle Étolle pegue a linha M6 direção Nation ) ou École Miliaire. De lá siga andando pelo Champ de Mars, passe por baixo da Torre Eiff e tire fotos por todos os ângulos até chegar em Trocadero. Faça isso ainda enquanto tiver sol.

Agora é hora de esperar anoitecer pra tirar outras fotos com a torre iluminada. Se enquanto espera você quer algo mais animado, o melhor é o happy hour do Pub Frog (110 bis Avenue Kléber). A comida e o chope são bons e os freqüentadores ainda melhores. Se estiver tendo algum jogo, tudo fica ainda mais animado. Não vá beber demais e esquecer de voltar para as fotos noturnas, lembre-se que a torre “brilha” de hora em hora, se quiser voltar para o hotel de metrô é mais seguro ver o show das 23h.


 Dia 3

Continuando o roteiro básico por Paris. Desça na estação Champs Elysées – Clemenceau e visite o Petit Palais e Grand Palais, depois a Ponte Alexandre III. E o Hotel des Invalides. Margeando o Rio Sena pode-se chegar ao Musée D’Orsay.

Depois de lá visite a Ile de France  onde  na minha opinião é preciso ver: ponte Neuf, Catedral de Notre Dame, La Conciergerie e Saint Chapelle.
Suponho que  a esta altura você já tenha almoçado mas se quiser um lanche a melhor opção é deixar pra comer nas proximidades da Sorbone, isto segue a lógica de qualquer lugar: universitário é sempre quebrado, então nas perto da universidade sempre tem opções baratas pra comer.

O próximo passo é visitar os Jardins de Luxemburgo, descanse um pouco por ali. No entanto, se for do tipo atlético, é hora de vestir sua roupinha de corrida e aproveitar o local e também as pessoas bonitas que no fim da tarde se exercitam no parque.

Para terminar o dia, saia do Jardim de Luxemburgo pelo Boulevard Saint Michel, vire a direita na Rue Soufflot e siga em direção a Rue Mouffetard. Ali também tem um happy your animado, há vários bares e cafés e todos ficam cheios no final da tarde. Nas proximidades eu recomendo:  Le Piano Vache ( 8 rue Laplace, Mouffetard) e L’Antidote (45 Rue Descartes, Quartier Latin). Quer algo  um pouco mais animado, então vá ao Le Cavern' (21 rue Dauphine), lá tem shows ao vivo de estilos variados mas algo que fica mais para o rock, vale ver a programção deles na internet antes de se programar pra ir.

Dia 4

O dia seguinte comece sua visita pela cidade pelo Centre Pompidou e a fonte Igor Stravinsky. Depois caminhe pela Rue Rambuteau em direção ao Marais. Para comprar coisas descoladas pra casa, o legal é ver as lojinhas da Rue Sainte-Croix de la Bretonnerie. Almoce um falafel, pode ser no famoso L'As Du Fallafel (34 Rue des Rosiers). De pé, na rua mesmo. Continue seu passeio pelo bairro e também pela Île Saint-Louis onde haverão muitas lojas, cafés e restaurantes legais e sempre com gente bonita. Ali perto eu achei legal também o Instituto Mundo Arabe (Rue des Fossés Saint-Bernard, 1).

Se já estiver perto do final da tarde, neste trajeto já passe por algum mercado e compre seu baguete e patê e seu vinho e depois pare pra um picnic ao entardecer nas margens do Rio Sena, nas proximidades de Quai Saint Bernard  é um ponto de encontro pra jovens que não querem gastar muito pra se divertir.

Se ainda for cedo e você tiver algum tempo, visite La defense, o centro comercial de Paris, lá há um Grande e moderno arco que se alinha ao arco do Triunfo. Do lado esquerdo do Grande Arco se quiser ainda mais compras há um grande Shopping Center , a primeira vista ele é discreto, vale seguir o fluxo da população local para chegar até ele.

Voltando ao charmoso Marais:  para a noite deste dia, se ainda estiver com fome vá ao Breizh Café –
 La Crêpe Autrement  (109 Rue Vieille du Temple) que considerada é a melhor creperia de Paris. Para terminar a noite sugiro o Le Cud  Bar  (12 rue des Haudriettes), para quem ainda está animado pois é uma balada que começa mais tarde mas vale a pena.


 Para finalizar, algumas dicas:

1. Seja qualquer lugar da Europa, ele vale ser visitado na primavera ou ainda melhor no verão. Tudo é melhor é mais  animado nesta época.
2. Não aborde um francês falando em inglês, sempre cumprimente na língua local, explique que você não fala francês e pergunte se pode falar com ele em inglês. Em locais comerciais e hotéis normalmente eles não se importam, mas no geral eles não gostam.
3. Quando tiver oportunidade prefira as comidas de rua, elas são mais baratas e você interage com o espírito da cidade.

Por Srtª Aquino, diva viajante

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Café com as amigas


Palestra de Chefe de Psiquiatria da Universidade Stanford: A Relação entre o Corpo e a Alma, Stress e Desconforto Físico. No final de uma palestra o palestrante apontou, entre outras coisas, que os estudos mostram que uma das melhores coisas que um homem pode fazer por sua saúde é se casar com uma mulher. O casamento aumenta a longevidade e o bem-estar pessoal do homem. 

E sobre a mulher? O palestrante apontou dado surpreendente - a mulher, por sua saúde, precisa cultivar seus relacionamentos com suas amigas! No início, essa declaração provocou risos na platéia, mas o professor falou muito a sério. Estudos realizados mostram que as mulheres se  conectam de maneira diferente dos homens e fornecem outros sistemas de apoio que as ajudam a lidar com experiências estressantes e difíceis em suas vidas. "Tempo de Amigas" é muito significativo no nível
fisiológico, ajuda a produzir mais serotonina (um neurotransmissor)  que auxilia no combate à depressão e cria um sentimento geral de bem-estar e um sentimento positivo.

As mulheres tendem a compartilhar seus sentimentos, enquanto os homens geralmente se conectam em torno de tarefas. Eles raramente se sentam com um amigo falando sobre como se sentem sobre algo, ou como está sua vida pessoal. Trabalho? Sim! Esportes? Sim!, Carros? Sim! Mas os seus sentimentos? Apenas raramente. As mulheres fazem isso o tempo todo. Elas compartilham sentimentos e emoções das profundezas de suas almas com suas amigas, e parece que isso realmente contribui para a sua própria saúde.

Conferencista acrescentou, sublinhando que o tempo gasto com amigas é tão importante para a saúde das mulheres como correr ou trabalhar no ginásio. De fato, há uma tendência a se pensar que é quando nos envolvemos com alguma atividade física que estamos fazendo algo de bom  para o nosso corpo, enquanto que quando falamos com as nossas amigas, nós "desperdiçamos" o tempo em vez de fazer algo mais produtivo. Então, provavelmente, isso não é verdade. 

Na verdade, o orador salientou que não criar e manter relacionamentos de qualidade com outras pessoas prejudica a nossa saúde física, "pelo menos, como o fumo!" Portanto, cada vez que nós (as mulheres, é claro) sentamos para conversar com uma amiga, é importante congratular-nos de que estamos fazendo algo benéfico para a nossa saúde. Na verdade, nós somos sortudas! Nossa amizade é muito essencial para nossa saúde!

Tim-Tim ao café com as minhas amigas!

(Autor desconhecido - enviado pela Diva Mariane Aquino ao grupo das Divas)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Seja você também uma Diva



Hoje vimos esta imagem compartilhada no face e pensamos: isso é tão "votos de Diva para 2013"! Quantos desejos leves e essenciais para a felicidade esta pequena mensagem carrega. Isso nos levou a refletir ser este o motivo de termos um grupo de amigas queridas que se reúnem para ocupar o tempo e preenchê-lo com companhias e conversas estimulantes.

Estes nossos encontros são pausas programadas para mudar o astral, pois sinceramente acreditamos que somos artífices de nossa felicidade. Nós escolhemos alterar nossas rotinas para trazer um pouco de poesia a ela. Às vezes o encontro é sucesso de público, outras vezes, nem tanto. Algumas vezes eles são melancólicos, mas a maioria é alegre. Alguns terapêuticos, existencialistas, outros com uma temática caliente, às vezes a discussão é acalorada e polêmica, noutros, a mais perfeita e estereotipada definição do clube da luluzinha. Mas é sempre bom.

Mulheres solteiras, casadas, mães, aspirantes a mães, outras sem-filhos convictas, profissionais competentes, trabalhadoras, estudiosas, espíritas, dedicadas, responsáveis e lindas... Mas não é isso que nos define, somos DIVAS! Ou seja, adeptas de um cotidiano enfeitado, por que a rotina já é pesada demais para a gente se deixar render. Favoráveis a colocar um laço de fita na vida a fim de que ela fique mais bonita.

E assim, construímos rodadas de conversa que curam. Entremeadas a brindes de qualquer coisa que estiver em mãos (pois não é isso que faz a diferença, é a mágica do tilintar de taças), sobremesas e muitas risadas, tecemos diálogos que ampliam a fé no futuro, alargam sonhos e acalentam o coração como uma prece.

Não nos contentamos em hora marcada para ser feliz, para espairecer. Acreditamos que se depositarmos toda esta responsabilidade nas nossas queridas férias, finais de semana, nas nossas metas profissionais e financeiras, em nossos cônjuges e companheiros de caminhada e qualquer coisa que esteja fora de nós, seremos eternamente insatisfeitas.

Pensamos que seja questão de saúde ser uma Diva e que qualquer ser humano que se preze, merece pausas tão felizes.

Então, um convite: seja uma Diva em 2013! Nosso clubinho é felizmente fechado, para que o clima de confiança mútua não se esvaia e a coisa seja toda terapêutica mesmo, mas nosso convite é para que você programe pausas leves na sua rotina, rodeadas de pessoas queridas que tragam alento, leveza e bem estar ao seu dia-a-dia. Um clube da Luluzinha, uma reunião das devassas, a turma do café, do almoço de sexta, do happy hour, da corrida, da caminhada, do chopp, whatever! Um grupo de mulheres com o compromisso periódico de se reunirem para compartilharem sentimentos.

Você tem um grupo de amigas Divas? Então compartilhe a experiência conosco e poste seu comentário. E pela terceira vez este mês, feliz 2013 Sua Diva Linda!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Que venha 2013!



Poucas experiências são tão transcendentais quanto jogar a tralha fora e praticar o desapego. Tirar tudo aquilo que não tem serventia da casa, do escritório e da vida e que você às vezes até tem resistência, por medo de achar que “uma hora vai servir”. A gente demora a perceber que a blusa está desbotada, que o vaso no aparador está trincado ou que alguém está ocupando um espaço na sua vida que não tem mais sentido. E nisso, a tralha vai se acumulando durante todo ano. E a gente vai apenas “ajeitando” as coisas por falta de tempo de simplesmente descartar ou doar. Quando vemos, não temos espaço para o novo. Simplesmente porque o velho ocupa todos os cantos da sala, do armário e da vida.
Começo de ano é sempre uma ótima oportunidade de colocar a “casa em ordem” e encerrar ciclos. Tirar um dia ou até mais para uma faxina geral, dentro e fora de si. Se livrar das mágoas, do estresse, da raiva, da insegurança, daquele vestido apertado, do sapato que está com o salto quebrado, das flores de plástico empoeiradas. Reorganizar o coração, o guarda-roupa e o armário da cozinha fazem um bem danado. Principalmente quando envolvidos pela atmosfera do novo ano, quando as energias são de renovação e entusiasmo.
Eu fiz neste feriado prolongado minha faxina geral. Abri espaços dentro e fora de mim para o novo chegar: um vestido, um namorado, viagens, projetos acadêmicos. Agora me sinto totalmente aberta para 2013 começar lindo e cheio de boas surpresas!

Ana Carol